domingo, 15 de abril de 2018

 

DEPRESSÃO???

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DEPRESSÃO

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DEPRESSÃO...

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sábado, 14 de abril de 2018

 

DEPRESSÃO???

flor do meu maracujá doce 

meu maracujá doce

minha orquídea.

Boa tarde!!!

Faz tempo que não escrevo, né?
Andei pensando... acho que ainda não me recuperei do golpe!
Golpe de ser tirada do meu ninho!
Minha vida tem sido de muita tristeza e saudades!
Comprei uma chácara boa, bonita e praticamente no centro de Paulínia. 
Comprei mais pensando nas facilidades que a localização me proporciona e na valorização que beneficiará meus filhos futuramente.
...mas não estou feliz!!!
...não tenho vontade nem prazer em viver.
Não tenho vontade de ver, nem de conversar com ninguém.



terça-feira, 13 de março de 2018

 

A ORIGEM DO CRISTIANISMO

A ORIGEM DO CRISTIANISMO
A Origem do Cristianismo
é um livro do escritor Iakov Lentsman, editado em Lisboa pela Caminho, sobre as origens da seita cristã iniciada entre pescadores judeus.
O livro traz o resultado das investigações de teólogos e historiadores sobre os documentos e monumentos que esclareçam as origens da religião cristã.
Surpreendentemente não foi encontrada qualquer documentação ou monumento que comprove os relatos bíblicos, especialmente os relativos ao Novo Testamento e à história de Cristo.

Os escritores e historiadores dos povos que conviveram com os cristãos não mencionam nenhum Jesus Cristo, nem se referem aos cristãos na palestina durante os primeiros duzentos anos da era cristã.
Judeus e romanos, povos cultos, contando com escritores e historiadores, nunca poderiam ignorar os fatos narrados no Evangelho, pois fatos menores tiveram registro.

Os romanos eram ciosos do seu Direito, o famoso direito romano, entretanto não existe o processo do fundador do cristianismo, Jesus Cristo.
O historiador judeu Flávio Josefo foi historiador dedicado que narrou os fatos mais importantes de sua época mas não menciona nenhum Jesus Cristo ou outro profeta cristão morto nas condições descritas no Evangelho.
E Flávio Josefo viveu exatamente na época em que Jesus teria vivido e fundado cristianismo.
O único documento existente é o próprio Evangelho escrito e reescrito pelos próprios interessados mais de um século depois dos fatos, mas mesmo os evangelhos não existem mais no original, nem mesmo uma cópia nas línguas originais.
As cópias mais antigas datam de 400 anos depois da suposta morte de Jesus e são a cópia da cópia, escolhidas entre inúmeras outras pelos bispos católicos reunidos em concílio.
Existe uma cópia no Vaticano de alguns livros e outra na Inglaterra.
Tudo indica que Cristo é um mito criado pelos escravos judeus do Império Romano.
Em torno deste mito formou-se uma seita dissidente do judaísmo tradicional.
Posteriormente o Império decadente adotou o cristianismo como religião oficial e organizou sua difusão pelo mundo.
Difusão que dura até hoje.
surpreendente que existam pessoas que acreditem em textos de origem duvidosa, escritos muito depois dos fatos que dizem descrever, mencionando personagens que provavelmente nunca existiram; textos cujos originais se perderam e que narram acontecimentos contados como verdadeiros por escravos analfabetos do Império Romano.
É estranhíssimo considerar tais escritos como verdade sagrada e absoluta.
O que as pesquisas científicas comprovam é que o cristianismo se originou entre os judeus expulsos da Palestina, residentes na Ásia Menor e no Egito.
Não havia, originalmente, cristãos na Palestina, onde são minoria até hoje.
Entre os judeus dispersos, escravos do Império Romano, desencantados com o judaísmo, surgiu a seita pregando que o Messias Salvador - esperando mas nunca vindo - era um ser divino - o Cordeiro de Deus.
O livro mais antigo do Novo Testamento, o Apocalipse, escrito nesta época, identifica as sete igrejas da Ásia onde a seita cristã nasceu.
Interessante é que o livro não menciona Jesus Cristo, justamente porque foi escrito antes do surgimento do mito evangélico.
Mesmo contra a vontade da hierarquia eclesiástica o livro foi incluído na Bíblia devido ao respeito que lhe era devido pela maioria dos fiéis.
Os textos do Novo Testamento foram redigidos pelos padres depois que o Cristianismo tornou-se a religião oficial do Império Romano, conforme as conveniências do governo imperial. Como religião oficial passou a controlar todo o mundo acadêmico, tornando-se senhora das escolas e controladora do saber científico, filosófico e até militar, através das cruzadas para ocupar a Palestina.
Em conseqüência deste controle que durou aproximadamente mil anos, os escritores e cientistas foram forçados a se tornarem religiosos para poder estudar e trabalhar.
Sendo assim, os textos evangélicos trazem muitas orientações verdadeiras, muitos bons pensamentos ao lado de muitos preconceitos e falsificações de todo tipo.
Era tão freqüente a falsificação que o autor do Apocalipse introduziu no final do texto uma praga contra os copistas que suprimissem ou acrescentassem qualquer palavra ao texto original.
A Origem do Cristianismo, cita os fatos que comprovam a gigantesca farsa que é o mito evangélico.
Uma ideologia eficaz para exercer o controle social, transferindo para um "outro mundo" imaginário e futuro, a solução dos problemas reais do mundo do presente.PE. JEAN MELIER
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Ser bom, sem religiãoEvitando a dor da alma
Evitando a dor do corpo pelo atendimento a nossos desejo naturais é necessário evitar a dor da alma.
E a maior dor da alma vem do medo.
O medo da morte e o medo dos deuses.
O medo é mau conselheiro e, segundo George Lukas, gera a ira e o ressentimento.
O medo da morte nasce da nossa consciência que antecipa o futuro.
Para os irracionais a morte é uma experiência única, mas nós, conscientes, antecipamos o futuro e isso consome nossa alma.
Somos racionais e a mesma razão que nos prende pode nos libertar.
Compreendamos que a morte não existe enquanto vivermos e, uma vez mortos, não existimos, então, não sentimos, exatamente como era antes de nascermos.
Vivos não há morte, mortos já não somos.
Não podemos ter medo do que ainda não existe e, quando existir, não estaremos lá.
A dor será para os outros.
Aceitar a própria morte não é fácil mas é essencial para uma vida tranqüila.
Muitos embusteiros vivem do medo da morte.
E a este medo ajuntam outro medo: o medo dos deuses.
O medo dos deuses é o medo do mal que nos atinge sem que saibamos a causa.
A relação dos homens com os deuses sempre foi uma relação para evitar o mal.
"Livrai-nos do mal" pede a maior das orações da cristandade.
O mal é o raio que nos atinge. O mal é a fera que nos acua. O mal é a doença que nos infelicita. Porque isto acontece?
Não entendemos. E aí surgem espertalhões com resposta para tudo. E na falta de respostas inventam ilusões como resposta. A maior ameaça de todas as religiões e misticismos é contra os que não crêem. Qualquer crime pode ser perdoado menos a falta de fé. Justamente porque sabem o quanto é difícil crer em ilusões. É o elo fraco da religião acreditar em coisas das quais não há qualquer evidência. Um cientista que faz uma descoberta sente prazer em mostrar como descobriu. Ele não se ofende se alguém pergunta, muito pelo contrário. Para o religioso cada pergunta, cada dúvida, é uma ofensa. É uma ofensa porque um mágico não revela como chegou ao resultado simplesmente porque o resultado é uma ilusão. Todo feiticeiro é um mágico. Ou um mago. Suas respostas vem da emoção, vem do medo irracional que sentimos desde a infância. Medo terrível do que não compreendemos. Os deuses são reverenciados pela humanidade como pai ou como mãe. Pai nosso. Mãe de Deus. "Serei um menino bonzinho", parecem dizer os crentes, "para que você, Deus, não me faça mal". Todo homem para viver bem tem que deixar de ser criança. E isso significa responsabilidade por sua própria vida. Significa deixar de atribuir a outros, sejam homens ou deuses, o poder de dirigir nosso destino. Um adulto responsabiliza-se por seus fracassos e por seus sucessos. Negocia honestamente seus interesses com as outras pessoas. Assumir a responsabilidade por nossas escolhas, livrar-nos de medos irracionais infantis é essencial para ausência de perturbação na alma.
É perfeitamente possível ser bom sem religião
Muitos pensam que sem religião não há moral, entretanto, havia moral muito antes de haver religião. Os filósofos primeiros eram materialistas assim como os homens primitivos. Seus deuses eram materiais. O sol e a lua. O trovão e o raio. Depois, como disse Voltaire, "o primeiro espertalhão encontrou o primeiro tolo" e a religião começou. Sócrates foi condenado à morte por impiedade, ou seja, duvidava dos deuses do seu tempo. Hoje ninguém acredita nos deuses daquele tempo. A maioria das idéias aqui descritas são de Epicuro, o qual viveu 400 anos antes de Cristo e fundou uma escola que durou mil anos. Ensinava a ter hábitos moderados, a selecionar os desejos preferindo atender aos desejos naturais e necessários, a manter e cultivar a amizade, e a evitar o temor dos deuses e a aceitar a realidade da morte. Os homens podem ser bons sem a mediação de religiões. Não é preciso ter medo do castigo para agir bem. Filósofos há que escreveram explicando porque é bom ser bom. Aliás é muito sensato agir bem. "A vida reta é garantia da liberdade". Esse pensamento não cita deuses. E é um dos provérbios de Salomão.
Agir bem é conveniente
O inglês Thomas Hobbes elaborou o conceito de soberania segundo o qual o poder do rei é absoluto e perpétuo. Absoluto quer dizer um poder que não reconhece outro acima dele. Hoje se fala em soberania das nações. Isso significa que o governo não reconhece deuses acima dele. Significa a separação entre a igreja e o estado. Uma separação muito boa para o povo porque enquanto durou a união, durou a opressão. Ainda hoje, nos estados teocráticos existentes como no Irã, na Arábia Saudita, no Afeganistão, os governos são tiranos cheios de ódio. As guerras religiosas dilaceraram a Europa e ainda hoje dividem a Irlanda e a Indonésia. É perfeitamente possível ser bom sem religião. Os governo mais livres são justamente aqueles que não tem religião oficial. E há religiões sem deuses, como é o caso do budismo, embora alguns tenham transformado Buda num deus. Recentemente, o Papa descreveu o budismo como uma forma de materialismo. E está certíssimo. O budismo é uma série de normas de conduta para o bem viver e conviver. Os japoneses são xintoístas, reverenciam os seus ancestrais, assim como a igreja católica faz com os santos. Conforme o pensador acima citado, T. Hobbes, o homem precisa se conduzir bem, não por medo do inferno, mas por medo da repressão social, no interesse de sua reputação e da paz da sua consciência. Diz ele que o homem é um lobo mas é também uma defesa contra os lobos. Necessita viver em sociedade e a sociedade, para subsistir, precisa de paz e respeito entre os homens. O governo garantiria este pacto. A boa conduta garante este pacto. A violação do pacto leva à perda da liberdade, como observou Salomão. Além disso, quem se conduz bem é respeitado e amado. "Aquele que honra e respeita o seu semelhante será ele mesmo respeitado e honrado" diz o livro sagrado dos muçulmanos. Misticismo e atraso político andam de mãos dadas
Cito livros religiosos para mostrar que neles há muito boas orientações, entretanto, não é necessário crer em deuses para segui-las. São filosofias humanas. Escritas, às vezes, por bons escritores do seu tempo. Homens cultos para a época tornavam-se religiosos para poder estudar. Quem poderá negar o que há de bom nos evangelhos cristãos? Que pensamento revolucionário este que diz: "amai vossos inimigos, fazei bem aos que vos maltratam" ou aquele que diz "procurai o reino de deus e sua justiça em primeiro lugar e o resto vos será dado por acréscimo". Ou aquele pensamento santo que nos proíbe de julgar nossos semelhantes. São normas de conduta, orientações para a vida que nada tem a ver como o sobrenatural e que são desobedecidas por muitos cristãos e obedecidas por muitos materialistas. Quando essas boas orientações são atribuídas a deuses, quando o temor de deus toma conta dos corações e as castas religiosas tornam-se poderosas aí, pode ter certeza, vem violência e ódio sobre os que discordam, sobre os infiéis.
Um dos últimos governos dominados pelo misticismo no mundo rico foi o alemão. Um fanático religioso cheio de misticismo e ódio aos ateus chegou o poder e seduziu a muitos. Provocou a maior guerra que o mundo já viu onde morreram 40 milhões de pessoas e foram usadas, pela primeira vez, mísseis e armas atômicas. Esse fanático perseguiu uma minoria religiosa acusada de matar o profeta da religião dominante e matou seis milhões de judeus com esse argumento. Foi o preço da morte de Jesus. O papa Pio XII silenciou. O fanático era um austríaco e chamava-se Adolf Hitler. Adotou como símbolo a suástica, que é um símbolo milenar de paz e progresso para os místicos hindus. Nas suas decisões ouvia os conselhos da astróloga Elisabeth Bernstein e quando os soviéticos tomaram Berlim encontraram os cadáveres dos monges tibetanos que o assessoravam. Por que será que nunca se fala do misticismo dos nazistas? Parece que o fanatismo religioso anda de mãos dadas com o fanatismo político. Talvez seja essa uma das causas do silêncio sobre o assunto.
Muleta psicológica
Alguns argumentam que a religião é uma muleta psicológica. Auxilia aos mais fracos, aqueles que não conseguem caminhar de forma autônoma. Entretanto, a psicologia faz isso de forma muito mais científica. Freud e outros médicos têm excelentes idéias sobre o funcionamento da psique e sobre as formas dos homens conhecerem a si mesmos e aos outros. Aliás, Freud escreveu um livro chamado O Futuro de uma ilusão, onde define religião como uma "neurose obsessiva universal da humanidade". Pouco se fala nesse excelente livro. Diz ele que os homens, no dia a dia de suas vidas, nos seus negócios particulares, duvidam de tudo e de tudo pedem garantias e comprovações, entretanto, sobre questões fundamentais para sua conduta moral aceitam textos sem verificar sua origem, atribuem a divindades estórias escritas por autores anônimos, aceitam como verdade feitos miraculosos sem qualquer comprovação, praticados, muitas vezes, por personagens que provavelmente nunca existiram. E tudo isso aceitam como verdade sagrada. Enquanto na saúde procuram os médicos e as técnica mais atuais, cercam-se da tecnologia mais recente, nos preceitos religiosos se guiam pelos profetas mais antigos, ou seja, pelos mais ignorantes.
O mito de Cristo
Homens livres e cultos seguem religiões criadas por escravos analfabetos, como aliás é o caso do cristianismo. Inicialmente era uma seita criada pelos judeus dispersos pelo império romano, desanimados com o judaísmo porque o Messias libertador não chegava nunca. Uma seita que fracassou entre os judeus, mas fez sucesso entre os escravos do império na região da Ásia Menor. O primeiro livro do evangelho cristão, o Apocalipse, dirige-se às sete igrejas da Ásia, e, estranhamente, não faz referência a Jesus. Também não fazem tal referência os historiadores da época tanto os judeus, quanto os romanos. Tudo indica que o mito de Cristo disseminou-se entre os escravos depois da fracassada guerra dos judeus contra os romanos, onde muitos místicos se declararam Messias. O mito propagou-se por tradição oral, pois os escravos eram analfabetos, durante cento e cinqüenta anos. Imagine a deturpação de uma história contada dessa maneira durante tanto tempo. Quando a Igreja chegou ao poder dominou a educação e a cultura, queimou os textos dos filósofos e fechou suas escolas, mandou escrever seus próprios textos muitos deles copiando parcialmente as idéias dos filósofos gregos que condenou. Mesmo assim não chegou a um acordo sobre Jesus é tanto que existem quatro evangelhos em vez de um. Todos eles começam com a palavra segundo, ou seja, "foi fulano que disse - não me comprometa!". Uma das dissidências dos cristãos dizia que Jesus era um espírito, outra que foi um homem, finalmente foi adotada a posição de que ele era as duas coisas deus e homem ao mesmo tempo. E essa mesma confusão existe em todas as religiões e em todos os misticismos porque são frutos do irracional. As conclusões sobre o mito de Cristo não são obra de ateus, mas de teólogos. Teólogos bem intencionados que, para defender a Igreja, resolveram investigar suas origens e surpreendentemente nada encontraram. O próprio Papa, finalmente, admitiu que era impossível traçar uma biografia histórica de Jesus. Afinal se existiu ou não tornou-se uma questão secundária. Talvez tenham existido não um, mas vários pregadores que se fundiram num só na imaginação popular. Um poderoso homem-deus cavalgando uma nuvem viria libertar os escravos indefesos dos seus opressores. Há outras culturas com mitos semelhantes. A história das religiões nos ajuda a entender esses fatos sociais.
Compreender para se feliz
Um grande filósofo e economista num debate com um grande amigo declarou que de nada adiantava polemizar com religiosos. Dizia Marx que e a religião era fruto da opressão a que o homem estava submetido pela organização da sociedade. A ausência de saída para essa opressão leva o homem a alienar-se e imaginar aquilo que não consegue obter: a justiça, o prêmio para os bons e castigo para os maus, a distribuição eqüânime dos bens materiais e espirituais, em suma, o céu. Aliena-se o homem da realidade porque pensa que é incapaz de mudá-la. Vive então uma vida dupla. A infelicidade no dia de hoje junto com a esperança de felicidade no futuro, depois da morte. Compara Marx tal alienação àquela que acomete os viciados em ópio, que embotam seus sentidos para fugir da dura realidade. Disse então ele: "a religião é o ópio do povo". Ela o ajuda a suportar a dura realidade. Para superá-la não adianta debater, é preciso superar a nossa atrasada realidade social. Marx, com observações como essas, muito contribuiu para a compreensão da realidade social, econômica e política. Entender ajuda a não se alienar. Entender é um caminho para ser feliz. A inteligência também é denominada entendimento. São Francisco, um grande homem, pede na sua oração: "que eu procure mais compreender do que ser compreendido". É um pedido sábio. É o contrário da alienação. Os loucos são ditos alienados. Perderam inteiramente o contato com a realidade. Desistiram de entender. A consciência nos provoca dor, mas faz parte da condição humana. Escapamos da dor aprofundando e não negando a nossa consciência do mundo. Consciência do momento que vivemos. Superamos a dor vivendo o dia de hoje, sem temer o futuro, nem lamentar o passado. "Carpe diem" - diziam os romanos. Aproveite o dia. A vida não é a partida, nem a chegada, a vida é a caminhada
O ser humano para ser bom e feliz não precisa de misticismo, precisa de racionalidade, auto-conhecimento, conhecimento do seu meio físico, social e cultural, conhecimento e respeito pelos outros e pelo mundo. Precisa saber que ele é do mundo e não o mundo é dele. Precisa se livrar de maya, a ilusão das necessidade artificiais, e atender aos seus desejos naturais e necessários. Pode ler os textos religiosos sabendo que neles há muita coisa boa, mas ler com os olhos da ciência, da literatura, da filosofia, da psicologia, da história. A ciência e o espírito científico são grande amigos do ser humano. São insuficientes, mas são o que temos de mais certo. "Nada é certo", disse o francês Albert Camus, "mas isto já é uma certeza". Viver é como caminhar sobre troncos que bóiam num rio e que não suportam sozinhos o nosso peso. Antes que afundem é preciso pular para o próximo, mover-se, seguir em frente em direção a outra margem. Na caminhada nada nos ampara, na outra margem nada nos espera. A vida não é a partida, nem a chegada, a vida é a caminhada.
Ser bom, sem religião
Evitando a dor da alma
Evitando a dor do corpo pelo atendimento a nossos desejo naturais é necessário evitar a dor da alma. E a maior dor da alma vem do medo. O medo da morte e o medo dos deuses. O medo é mau conselheiro e, segundo George Lukas, gera a ira e o ressentimento. O medo da morte nasce da nossa consciência que antecipa o futuro. Para os irracionais a morte é uma experiência única, mas nós, conscientes, antecipamos o futuro e isso consome nossa alma. Somos racionais e a mesma razão que nos prende pode nos libertar. Compreendamos que a morte não existe enquanto vivermos e, uma vez mortos, não existimos, então, não sentimos, exatamente como era antes de nascermos. Vivos não há morte, mortos já não somos. Não podemos ter medo do que ainda não existe e, quando existir, não estaremos lá. A dor será para os outros. Aceitar a própria morte não é fácil mas é essencial para uma vida tranqüila. Muitos embusteiros vivem do medo da morte. E a este medo ajuntam outro medo: o medo dos deuses.
O medo dos deuses é o medo do mal que nos atinge sem que saibamos a causa. A relação dos homens com os deuses sempre foi uma relação para evitar o mal. "Livrai-nos do mal" pede a maior das orações da cristandade. O mal é o raio que nos atinge. O mal é a fera que nos acua. O mal é a doença que nos infelicita. Porque isto acontece? Não entendemos. E aí surgem espertalhões com resposta para tudo. E na falta de respostas inventam ilusões como resposta. A maior ameaça de todas as religiões e misticismos é contra os que não crêem. Qualquer crime pode ser perdoado menos a falta de fé. Justamente porque sabem o quanto é difícil crer em ilusões. É o elo fraco da religião acreditar em coisas das quais não há qualquer evidência. Um cientista que faz uma descoberta sente prazer em mostrar como descobriu. Ele não se ofende se alguém pergunta, muito pelo contrário. Para o religioso cada pergunta, cada dúvida, é uma ofensa. É uma ofensa porque um mágico não revela como chegou ao resultado simplesmente porque o resultado é uma ilusão. Todo feiticeiro é um mágico. Ou um mago. Suas respostas vem da emoção, vem do medo irracional que sentimos desde a infância. Medo terrível do que não compreendemos. Os deuses são reverenciados pela humanidade como pai ou como mãe. Pai nosso. Mãe de Deus. "Serei um menino bonzinho", parecem dizer os crentes, "para que você, Deus, não me faça mal". Todo homem para viver bem tem que deixar de ser criança. E isso significa responsabilidade por sua própria vida. Significa deixar de atribuir a outros, sejam homens ou deuses, o poder de dirigir nosso destino. Um adulto responsabiliza-se por seus fracassos e por seus sucessos. Negocia honestamente seus interesses com as outras pessoas. Assumir a responsabilidade por nossas escolhas, livrar-nos de medos irracionais infantis é essencial para ausência de perturbação na alma. É perfeitamente possível ser bom sem religião
Muitos pensam que sem religião não há moral, entretanto, havia moral muito antes de haver religião. Os filósofos primeiros eram materialistas assim como os homens primitivos. Seus deuses eram materiais. O sol e a lua. O trovão e o raio. Depois, como disse Voltaire, "o primeiro espertalhão encontrou o primeiro tolo" e a religião começou. Sócrates foi condenado à morte por impiedade, ou seja, duvidava dos deuses do seu tempo. Hoje ninguém acredita nos deuses daquele tempo. A maioria das idéias aqui descritas são de Epicuro, o qual viveu 400 anos antes de Cristo e fundou uma escola que durou mil anos. Ensinava a ter hábitos moderados, a selecionar os desejos preferindo atender aos desejos naturais e necessários, a manter e cultivar a amizade, e a evitar o temor dos deuses e a aceitar a realidade da morte. Os homens podem ser bons sem a mediação de religiões. Não é preciso ter medo do castigo para agir bem. Filósofos há que escreveram explicando porque é bom ser bom. Aliás é muito sensato agir bem. "A vida reta é garantia da liberdade". Esse pensamento não cita deuses. E é um dos provérbios de Salomão.
Agir bem é conveniente
O inglês Thomas Hobbes elaborou o conceito de soberania segundo o qual o poder do rei é absoluto e perpétuo. Absoluto quer dizer um poder que não reconhece outro acima dele. Hoje se fala em soberania das nações. Isso significa que o governo não reconhece deuses acima dele. Significa a separação entre a igreja e o estado. Uma separação muito boa para o povo porque enquanto durou a união, durou a opressão. Ainda hoje, nos estados teocráticos existentes como no Irã, na Arábia Saudita, no Afeganistão, os governos são tiranos cheios de ódio. As guerras religiosas dilaceraram a Europa e ainda hoje dividem a Irlanda e a Indonésia. É perfeitamente possível ser bom sem religião. Os governo mais livres são justamente aqueles que não tem religião oficial. E há religiões sem deuses, como é o caso do budismo, embora alguns tenham transformado Buda num deus. Recentemente, o Papa descreveu o budismo como uma forma de materialismo. E está certíssimo. O budismo é uma série de normas de conduta para o bem viver e conviver. Os japoneses são xintoístas, reverenciam os seus ancestrais, assim como a igreja católica faz com os santos. Conforme o pensador acima citado, T. Hobbes, o homem precisa se conduzir bem, não por medo do inferno, mas por medo da repressão social, no interesse de sua reputação e da paz da sua consciência. Diz ele que o homem é um lobo mas é também uma defesa contra os lobos. Necessita viver em sociedade e a sociedade, para subsistir, precisa de paz e respeito entre os homens. O governo garantiria este pacto. A boa conduta garante este pacto. A violação do pacto leva à perda da liberdade, como observou Salomão. Além disso, quem se conduz bem é respeitado e amado. "Aquele que honra e respeita o seu semelhante será ele mesmo respeitado e honrado" diz o livro sagrado dos muçulmanos. Misticismo e atraso político andam de mãos dadas
Cito livros religiosos para mostrar que neles há muito boas orientações, entretanto, não é necessário crer em deuses para segui-las. São filosofias humanas. Escritas, às vezes, por bons escritores do seu tempo. Homens cultos para a época tornavam-se religiosos para poder estudar. Quem poderá negar o que há de bom nos evangelhos cristãos? Que pensamento revolucionário este que diz: "amai vossos inimigos, fazei bem aos que vos maltratam" ou aquele que diz "procurai o reino de deus e sua justiça em primeiro lugar e o resto vos será dado por acréscimo". Ou aquele pensamento santo que nos proíbe de julgar nossos semelhantes. São normas de conduta, orientações para a vida que nada tem a ver como o sobrenatural e que são desobedecidas por muitos cristãos e obedecidas por muitos materialistas. Quando essas boas orientações são atribuídas a deuses, quando o temor de deus toma conta dos corações e as castas religiosas tornam-se poderosas aí, pode ter certeza, vem violência e ódio sobre os que discordam, sobre os infiéis.
Um dos últimos governos dominados pelo misticismo no mundo rico foi o alemão. Um fanático religioso cheio de misticismo e ódio aos ateus chegou o poder e seduziu a muitos. Provocou a maior guerra que o mundo já viu onde morreram 40 milhões de pessoas e foram usadas, pela primeira vez, mísseis e armas atômicas. Esse fanático perseguiu uma minoria religiosa acusada de matar o profeta da religião dominante e matou seis milhões de judeus com esse argumento. Foi o preço da morte de Jesus. O papa Pio XII silenciou. O fanático era um austríaco e chamava-se Adolf Hitler. Adotou como símbolo a suástica, que é um símbolo milenar de paz e progresso para os místicos hindus. Nas suas decisões ouvia os conselhos da astróloga Elisabeth Bernstein e quando os soviéticos tomaram Berlim encontraram os cadáveres dos monges tibetanos que o assessoravam. Por que será que nunca se fala do misticismo dos nazistas? Parece que o fanatismo religioso anda de mãos dadas com o fanatismo político. Talvez seja essa uma das causas do silêncio sobre o assunto.
Muleta psicológica
Alguns argumentam que a religião é uma muleta psicológica. Auxilia aos mais fracos, aqueles que não conseguem caminhar de forma autônoma. Entretanto, a psicologia faz isso de forma muito mais científica. Freud e outros médicos têm excelentes idéias sobre o funcionamento da psique e sobre as formas dos homens conhecerem a si mesmos e aos outros. Aliás, Freud escreveu um livro chamado O Futuro de uma ilusão, onde define religião como uma "neurose obsessiva universal da humanidade". Pouco se fala nesse excelente livro. Diz ele que os homens, no dia a dia de suas vidas, nos seus negócios particulares, duvidam de tudo e de tudo pedem garantias e comprovações, entretanto, sobre questões fundamentais para sua conduta moral aceitam textos sem verificar sua origem, atribuem a divindades estórias escritas por autores anônimos, aceitam como verdade feitos miraculosos sem qualquer comprovação, praticados, muitas vezes, por personagens que provavelmente nunca existiram. E tudo isso aceitam como verdade sagrada. Enquanto na saúde procuram os médicos e as técnica mais atuais, cercam-se da tecnologia mais recente, nos preceitos religiosos se guiam pelos profetas mais antigos, ou seja, pelos mais ignorantes.
O mito de Cristo
Homens livres e cultos seguem religiões criadas por escravos analfabetos, como aliás é o caso do cristianismo. Inicialmente era uma seita criada pelos judeus dispersos pelo império romano, desanimados com o judaísmo porque o Messias libertador não chegava nunca. Uma seita que fracassou entre os judeus, mas fez sucesso entre os escravos do império na região da Ásia Menor. O primeiro livro do evangelho cristão, o Apocalipse, dirige-se às sete igrejas da Ásia, e, estranhamente, não faz referência a Jesus. Também não fazem tal referência os historiadores da época tanto os judeus, quanto os romanos. Tudo indica que o mito de Cristo disseminou-se entre os escravos depois da fracassada guerra dos judeus contra os romanos, onde muitos místicos se declararam Messias. O mito propagou-se por tradição oral, pois os escravos eram analfabetos, durante cento e cinqüenta anos. Imagine a deturpação de uma história contada dessa maneira durante tanto tempo. Quando a Igreja chegou ao poder dominou a educação e a cultura, queimou os textos dos filósofos e fechou suas escolas, mandou escrever seus próprios textos muitos deles copiando parcialmente as idéias dos filósofos gregos que condenou. Mesmo assim não chegou a um acordo sobre Jesus é tanto que existem quatro evangelhos em vez de um. Todos eles começam com a palavra segundo, ou seja, "foi fulano que disse - não me comprometa!". Uma das dissidências dos cristãos dizia que Jesus era um espírito, outra que foi um homem, finalmente foi adotada a posição de que ele era as duas coisas deus e homem ao mesmo tempo. E essa mesma confusão existe em todas as religiões e em todos os misticismos porque são frutos do irracional. As conclusões sobre o mito de Cristo não são obra de ateus, mas de teólogos. Teólogos bem intencionados que, para defender a Igreja, resolveram investigar suas origens e surpreendentemente nada encontraram. O próprio Papa, finalmente, admitiu que era impossível traçar uma biografia histórica de Jesus. Afinal se existiu ou não tornou-se uma questão secundária. Talvez tenham existido não um, mas vários pregadores que se fundiram num só na imaginação popular. Um poderoso homem-deus cavalgando uma nuvem viria libertar os escravos indefesos dos seus opressores. Há outras culturas com mitos semelhantes. A história das religiões nos ajuda a entender esses fatos sociais.
Compreender para se feliz
Um grande filósofo e economista num debate com um grande amigo declarou que de nada adiantava polemizar com religiosos.

Dizia Marx que e a religião era fruto da opressão a que o homem estava submetido pela organização da sociedade.

A ausência de saída para essa opressão leva o homem a alienar-se e imaginar aquilo que não consegue obter: a justiça, o prêmio para os bons e castigo para os maus, a distribuição eqüânime dos bens materiais e espirituais, em suma, o céu.

Aliena-se o homem da realidade porque pensa que é incapaz de mudá-la.

Vive então uma vida dupla. A infelicidade no dia de hoje junto com a esperança de felicidade no futuro, depois da morte.

Compara Marx tal alienação àquela que acomete os viciados em ópio, que embotam seus sentidos para fugir da dura realidade.

Disse então ele: "a religião é o ópio do povo". Ela o ajuda a suportar a dura realidade.

Para superá-la não adianta debater, é preciso superar a nossa atrasada realidade social.

Marx, com observações como essas, muito contribuiu para a compreensão da realidade social, econômica e política.

Entender ajuda a não se alienar.

Entender é um caminho para ser feliz.

A inteligência também é denominada entendimento.

São Francisco, um grande homem, pede na sua oração: "que eu procure mais compreender do que ser compreendido".

É um pedido sábio.

É o contrário da alienação.

Os loucos são ditos alienados.


Perderam inteiramente o contato com a realidade.

Desistiram de entender.

A consciência nos provoca dor, mas faz parte da condição humana.

Escapamos da dor aprofundando e não negando a nossa consciência do mundo.

Consciência do momento que vivemos. Superamos a dor vivendo o dia de hoje, sem temer o futuro, nem lamentar o passado.

"Carpe diem" - diziam os romanos.

Aproveite o dia.

A vida não é a partida, nem a chegada, a vida é a caminhada
O ser humano para ser bom e feliz não precisa de misticismo, precisa de racionalidade, auto-conhecimento, conhecimento do seu meio físico, social e cultural, conhecimento e respeito pelos outros e pelo mundo.

Precisa saber que ele é do mundo e não o mundo é dele.

Precisa se livrar de maya, a ilusão das necessidade artificiais, e atender aos seus desejos naturais e necessários.

Pode ler os textos religiosos sabendo que neles há muita coisa boa, mas ler com os olhos da ciência, da literatura, da filosofia, da psicologia, da história.

A ciência e o espírito científico são grande amigos do ser humano.

São insuficientes, mas são o que temos de mais certo.

"Nada é certo", disse o francês Albert Camus, "mas isto já é uma certeza".

Viver é como caminhar sobre troncos que bóiam num rio e que não suportam sozinhos o nosso peso.

Antes que afundem é preciso pular para o próximo, mover-se, seguir em frente em direção a outra margem.


Na caminhada nada nos ampara, na outra margem nada nos espera.


A vida não é a partida, nem a chegada, a vida é a caminhada.

sexta-feira, 2 de março de 2018

 

Em arte, não existe gosto pior do que o gosto médio | Ariano Suassuna


domingo, 25 de fevereiro de 2018

 

RECORDANDO.... mais uma vez em 25/02/2018

RECORDANDO... E

POSTAGEM DE 2006.
POSTEI NOVAMENTE EM 2008. 
E, MAIS UMA VEZ, HOJE, EM 2012.

FAZ-ME RIR!!!!!!

Recebi esse e-mail abaixo de um anônimo.
...leiam e eu vou responder para ele/a abaixo. 

posted by anonymous
"Pelo que vi nas fotos, sua chácara era bem simples.
Não seria o caso de a Shell te pagar o valor dela e vc reconstruir sua vida em outro local?
Essa de ficar em hotel faz vc e seus filhos perder a dignidade mais ainda.
Vcs estão se submetendo aos caprichos da empresa.
Quanto valia a chacara? Uns 100 mil. Com esse valor vc compra uma chácara melhor e se livra da Shell..."

Caro "anonymous"

A minha chácara tem mais de 4000m² , pomar formado, produzindo há mais de 30 anos e com 100 mil eu não compro nem uma casa, decente, aqui em Paulínia, que dirá comprar outra melhor e reconstruir nossa vida.
A Shell avaliou a minha chácara em mais de 100 mil,(hoje uns >150 mil). ...porém se a digníssima Shell, não tivesse desvalorizado o local com a contaminação e, anteriormente, na época da construção e instalação da mesma no local, não tivesse depreciado o bairro,atraindo casas de prostituição para lá, que, como todo empreendimento, buscam locais onde o custo benefício seja real (ninguém instalaria uma fabrica de gelo no Alasca) , o valor da minha chácara seria o mesmo de toda cidade de Paulínia.
Hoje uma chácara, bem simples, em Paulínia, em bairro popular, com a mesma metragem da minha, com pomar quase igual ao meu, casa com área construída menor que a minha, vale de 500 a 600 mil. Sem contar que essas chácaras não tem rio no fundo, não é em rua sem saída e PRINCIPALMENTE, não oferecem a mesma segurança que eu tinha na minha.
Se vc. leu meu blog todo deve ter visto que

eu vivi lá por 32 anos e nunca precisei trancar uma porta ou uma janela, para sair ou até mesmo para viajar.
Tem dinheiro que pague isso?

Com relação a perder a dignidade, tenha certeza que eu perderia, realmente, a dignidade se me submetesse ao que a Shell me impõe, que não é só viver no hotel

e sim me calar perante ao

CRIME CONTRA O MEIO AMBIENTE QUE ELA COMETEU

e aceitar a esmola que ela me oferece, sem questionar, como quase todos proprietários de lá fizeram. A Shell abanou uns milhõesinhos para êles e êles venderam as propriedades sem questionar nada, hoje, porém, perceberam que foram logrados, estão arrependidos, mas é, quase, tarde demais.

Quanto a minha chácara, ela é simples, toda chácara onde se trabalha, para se ganhar o pão, lidando com gado, com artesanato e com a terra, é simples; fui criada na cidade

( no Cambuí em Campinas, rua General Osório nº 1887,(casa própria) ) ,

no que, talvez, vc. classificaria como luxo, mas luxo, pra mim é pra quem é pobre por dentro, de espírito...

Tenho amigas que chegam dizer, que onde eu morava, pode ser considerado uma tapera, perto do que deixei na cidade, mas como minha mãe dizia:

"Tem quem gosta dos olhos e quem gosta da remela".

...e como eu sempre digo:- " O que é de gosto é regalo da vida". ...

e eu gosto de lá, justamente por ser do jeito que é, do jeito que eu sempre quis que fosse, pois se eu quisesse diferente, eu faria diferente.

MAS não é por isso que a Shell e você (que ñ conheço) tem o direito de por preço no que nunca esteve a venda, e eu não quero nada da Shell, quero apenas que ela me devolva tudo que me tirou, pague pelo crime contra o meio ambiente, apesar de que dinheiro não paga a paz, o amor e tudo que ela arrancou de mim.

AGORA, se, pra vc., 100 mil reais são o suficiente para reconstruir o que vc. tem, sorte sua , pois para reconstruir o que eu tinha lá (e ainda tenho, pois ñ vendi) não dá nem para o cheiro.

... e além disso, como já disse, vou brigar até o fim, não é justo o que essas Multinacionais vem fazendo no nosso País, pro nosso povo...

Não existe vitória sem luta. ...e garanto para você, que a Shell (nem ninguém), vai conseguir fazer com que eu e meus filhos percamos a dignidade, pois a dignidade faz parte do nosso DNA.
ciomara


sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

 

MAIS UM CRIME QUE FICARÁ IMPUNE


Mineradora norueguesa tinha 'duto clandestino' para lançar rejeitos em nascentes amazônicas

alagamento na sede da Hydro Cred: Inspeção flagra alagamento de lama vermelha com alumínio na sede da Hydro Cred | Foto: Instituto Evandro Chagas© BBC Inspeção flagra alagamento de lama vermelha com alumínio na sede da Hydro Cred | Foto: Instituto Evandro Chagas
Além de um vazamento de restos tóxicos de mineração, que contaminou diversas comunidades de Barcarena, no Pará, a gigante norueguesa Hydro usou uma "tubulação clandestina de lançamento de efluentes não tratados" em um conjunto de nascentes do rio Muripi, aponta um laudo divulgado nesta quinta-feira pelo Instituto Evandro Chagas, do Ministério da Saúde.
Após negar irregularidades, a Hydro admitiu, em nota, a existência do canal encontrado por pesquisadores.
"Durante uma das vistorias, verificou-se a existência de uma tubulação com pequena vazão de água de coloração avermelhada na área da refinaria", afirma a empresa. "Conforme solicitado pelas autoridades, a empresa está fazendo as investigações necessárias para identificar a origem e natureza do material, bem como realizando a imediata vedação desta tubulação."
A multinacional produtora de alumínio, cujo acionista majoritário e controlador é o governo da Noruega, voltou ao noticiário brasileiro após a confirmação do vazamento, no último sábado, de uma barragem que continha soda cáustica e metais tóxicos, após chuvas fortes na região.
No ano passado, em meio a críticas do governo norueguês sobre o desmatamento na Amazônia, a BBC Brasil informou que a empresa devia R$ 17 milhões ao Ibama em multas por contaminação de rios da região em 2009.
"Houve duas constatações. Primeiro, transbordo de efluentes. Os níveis de alumínio nos rios estavam 25 vezes mais altos que os estabelecidos pela legislação. Segundo, o mais grave de tudo, a empresa fez uma tubulação para jogar resíduos diretamente no ambiente", disse à BBC Brasil o pesquisador em saúde pública Marcelo de Oliveira Lima, que assina o laudo oficial.
Segundo o especialista, "a população usa estas águas para recreação, consumo e captura de peixes", o que poderia levar a contaminação também para o solo e o organismo dos moradores. Resultados de testes feitos no cabelo e pele dos vizinhos à barragem devem ser divulgados nas próximas semanas.
Após denúncias feitas por moradores de comunidades próximas sobre o vazamento, a Hydro divulgou a seus clientes uma nota em que classificava o episódio como "boato", afirmando que "não houve vazamentos ou rompimentos" nos depósitos.
Após ser informada sobre o laudo oficial, entretanto, a empresa norueguesa disse, em nota enviada à BBC Brasil, que "tem o compromisso de corrigir qualquer problema que possa ter sido causado pela sua operação".
reunião de moradores: Moradores se reuniram em audiencia pública nesta sexta-feira para discutir contaminação na região | Foto: Divulgação© BBC Moradores se reuniram em audiencia pública nesta sexta-feira para discutir contaminação na região | Foto: Divulgação
"A Hydro Alunorte informa que está providenciando imediatamente o fornecimento de água potável para as comunidades de Vila Nova e Bom Futuro, com apoio da Defesa Civil. A empresa se compromete a colaborar com as comunidades, onde foram coletadas as amostras pelo Instituto Evandro Chagas, para encontrar soluções de acesso permanente à água potável, em conjunto com as partes interessadas", afirma a companhia.
Questionada sobre a tubulação clandestina apontada pelo laudo e sobre a nota em que negava o vazamento, a empresa disse que aguarda receber o laudo oficial para comentá-lo.
Procurado, o governo norueguês afirmou que não conseguiria responder às perguntas enviadas pela reportagem em tempo hábil.
Barcarena x Mariana
Nesta sexta, o Ministério Público Federal e do estado do Pará enviaram à empresa um documento que solicita que uma das bacias da empresa seja imediatamente embargada.
Segundo os órgãos, há risco de rompimento da bacia, o que despertou temor por uma tragédia semelhante à de Mariana (MG), em 2015, quando um mar de lama cobriu municípios e se espalhou pelo rio Doce até chegar ao oceano.
"Uma das bacias sequer tinha licença para operar. Estamos recomendando desde o fornecimento de água, uma vez que o Evandro Chagas constatou que essa água não é própria para o consumo", afirmou a promotora de justiça agrária Eliane Moreira, em entrevista coletiva.
Igarapé do Dendê coberto por lama vermelha as margens de comunidades | Foto: Divulgação© BBC Igarapé do Dendê coberto por lama vermelha as margens de comunidades | Foto: Divulgação
À BBC Brasil, o geógrafo Luiz Jardim, professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), disse que as barragens de Mariana e de Barcarena "têm naturezas distintas".
"Enquanto a da Samarco, em Mariana, era para lavagem de minério, a da Hydro, em Barcarena, é industrial, e guarda os resultados tóxicos da transformação da bauxita em alumina. Ela já pressupõe a existência de produtos químicos que fazem parte desta transformação, já que a limpeza dos minérios é feita antes, em Oriximiná."
Para Jardim, que integra o Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração, que reúne 110 organizações ligadas ao tema, o risco de inundação em Mariana era maior graças ao relevo mineiro.
"Em Mariana, a barragem é muito mais alta do ponto de vista de relevo, em relação à declividade da Amazônia, onde há uma planície fluvial. Então a força do rompimento, caso ele ocorra, será menor. O que é central no caso de Barcarena é o potencial mais alto de contaminação dos rejeitos", avalia.
'A gente não quer migalha'
Em junho do ano passado, a BBC Brasil revelou que a empresa controlada pelo governo norueguês é alvo de uma série de denúncias do Ministério Público Federal (MPF) do Pará e de quase 2 mil processos judiciais por contaminação de rios e comunidades de Barcarena (PA).
Segundo o Ibama, a empresa não pagou até hoje multas estipuladas em R$ 17 milhões, após outro transbordamento de lama tóxica, em 2009. Ainda de acordo com o instituto, o vazamento na época colocou a população local em risco e gerou "mortandade de peixes e destruição significativa da biodiversidade".
O trauma com o último vazamento trouxe pânico a moradores de comunidades próximas à sede da empresa, localizada em área de difícil acesso na floresta amazônica.
lama contaminada escorrendo da empresa norueguesa: Peritos flagraram enxurrada de lama contaminada escorrendo da sede da empresa norueguesa em Barcarena | Foto: Instituto Evandro Chagas© BBC Peritos flagraram enxurrada de lama contaminada escorrendo da sede da empresa norueguesa em Barcarena | Foto: Instituto Evandro Chagas
"Esse não é o primeiro vazamento. O de 2009 impactou demais", diz à reportagem Sandra Amorim, moradora da comunidade quilombola sítio São João, que fica a um quilômetro da bacia da Hydro.
"Primeiro eles negaram. Depois do laudo, dizem que teve vazamento. Eles prometeram agora que vão começar a distribuir água mineral potável e comida. Isso não é suficiente pra gente. A gente não quer migalha. A gente quer essa situação resolvida", afirmou.
A moradora prossegue, dizendo que "tem pessoas com coceiras pelo corpo e gente ficando doente" na comunidade.
Não há confirmação oficial sobre contaminação de moradores da região afetada até que os testes feitos por peritos sejam divulgados. O laudo recém-divulgado pelo Instituto Evandro Chagas aponta que a concentração de elementos como alumínio, chumbo, sódio e nitrato e alumínio nos rios da região extrapolaram os limites estipulados pelo Ministério da Saúde.
O pH registrado nas águas foi 10 - extremamente alcalino, em decorrência do derrame de soda cáustica, usada no processo de beneficiamento da bauxita, matéria-prima do alumínio.
Rastro de poluição
A Ordem dos Advogados do Brasil no Pará (OAB-PA) afirmou, em nota, que vai pedir o afastamento do secretário de Meio Ambiente do Pará, Thales Belo, e intervenção judicial na Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas), após a constatação da tubulação clandestina na região.
"Causou indignação especial a constatação pelos pesquisadores do IEC da existência de um dreno 'clandestino', por onde a empresa, com a aquiescência da Semas, drenava rejeitos quando as chuvas se intensificavam", diz o órgão.
Graças a uma rede de abastecimento de água que atende a apenas 40% da população local, os rios e poços artesianos são a principal fonte de água na região da pequena Barcarena - que viu sua população crescer em ritmo três vezes mais rápido que o do resto do país nos últimos 40 anos graças aos empregos gerados por mineradoras que se instalaram na região.
Duto clandestino encontrado por pesquisadores despeja material tóxico em nascentes | Foto: Instituto Evandro Chagas© BBC Duto clandestino encontrado por pesquisadores despeja material tóxico em nascentes | Foto: Instituto Evandro Chagas
Formado por dezenas de ilhas e igarapés, o município experimenta crescimento desordenado desde que se tornou um importante exportador de commodities minerais (bauxita, alumínio e caulim), vegetais (soja) e animais (gado vivo).
"O histórico de acidentes ambientais em Barcarena é impressionante, uma média de um por ano", disse à BBC Brasil, em junho passado, o procurador da República Bruno Valente, que assina uma ação civil pública movida em 2016.
"O transbordamento de lama da bacia de rejeitos da Hydro afetou uma série de comunidades em 2009 e até hoje nunca houve uma compensação ou pagamento de multa", afirmou.
Dono de 34,3% das ações da megaprodutora mundial de alumínio, o governo da Noruega ganhou manchetes em todo o mundo no ano passado, após criticar publicamente o aumento do desmatamento na Amazônia.
Despertando constrangimento na primeira visita oficial do presidente Michel Temer à Noruega, o país anunciou, na época, um corte estimado em R$ 200 milhões nos recursos que repassa ao Fundo Amazônia, destinado à preservação ambiental.



segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

 

TV AFIADA!!!





www.facebook.com/eusougalvao/videos/576000366086745/


sábado, 20 de janeiro de 2018

 

SAPOS, RÃS e PERERECAS

Conta-se que no final de 2015, logo após a tragédia de Mariana, em Minas Gerais, o finado André Ruschi (biólogo e ambientalista, filho do cientista Augusto Ruschi) com seu amigo, visitaram uma fazenda no município de Baixo Guandu no ES, que fica às margens do Rio Doce, para fazer uma análise do rio. André fez a seguinte pergunta para o gerente da fazenda: "Você tem ouvido os sapos?" O gerente respondeu que não, então André disse: "Então se preparem para um surto de FEBRE AMARELA, pois, sem peixes e sapos é inevitável isso acontecer. Entende agora? Há 1 ano e alguns meses atrás, a lama no Rio Doce matou os peixes que comiam as larvas e sapos que comiam os mosquitos que transmitem a FEBRE AMARELA. *A culpa não é do macaco, mas sim do homem!
Fonte: Museu Mello Leitão

*QUEM LER/LEU MEU BLOG TODO VIU QUE TEM UMA POSTAGEM QU CONTA O DESAPARECIMENTO DESSES 'BICHINHOS' LÁ NA REGIÃO. 

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

 

Fw: Fwd: Todos os dias o povo come veneno



ciomara


----- Mensagem encaminhada -----
De: SINVAL JOSE RAMOS <sinval.jose@superig.com.br>
Para: "dzbergamo@yahoo.com.br" <dzbergamo@yahoo.com.br>; "jacksonb@uol.com.br" <jacksonb@uol.com.br>; "fabressan@terra.com.br" <fabressan@terra.com.br>; "carloshleoni@hotmail.com" <carloshleoni@hotmail.com>; "ciomararodrigues@yahoo.com.br" <ciomararodrigues@yahoo.com.br>; "cvnavarro@terra.com.br" <cvnavarro@terra.com.br>; "marceloteto@ig.com.br" <marceloteto@ig.com.br>; "e_ferlima@hotmail.com" <e_ferlima@hotmail.com>; "edson_peixotoo@yahoo.com.br" <edson_peixotoo@yahoo.com.br>; "gpietrobom@gmail.com" <gpietrobom@gmail.com>; "gagliardijosewilson@yahoo.com.br" <gagliardijosewilson@yahoo.com.br>; "helio_l@ig.com.br" <helio_l@ig.com.br>; "hcarlosferreira@yahoo.com.br" <hcarlosferreira@yahoo.com.br>; "israelbenedito-22@hotmail.com" <israelbenedito-22@hotmail.com>; "igormedico@gmail.com" <igormedico@gmail.com>; "josecdasilva@uol.com.br" <josecdasilva@uol.com.br>; "m.queiroz.silva@bol.com.br" <m.queiroz.silva@bol.com.br>; "silvio.rramos@uol.com.br" <silvio.rramos@uol.com.br>; "sr_aramos@hotmail.com" <sr_aramos@hotmail.com>; "silva.domingos@yahoo.com.br" <silva.domingos@yahoo.com.br>; "valdinei_pln@hotmail.com" <valdinei_pln@hotmail.com>; "vanderleibongiorno@yahoo.com.br" <vanderleibongiorno@yahoo.com.br>
Enviado: quarta-feira, 1 de dezembro de 2010 15:55:29 BRST
Assunto: Fwd: Todos os dias o povo come veneno



>
Data: 30 de novembro de 2010 22:23
Assunto: Todos os dias o povo come veneno
Para:


http://altamiroborges.blogspot.com/2010/11/todos-os-dias-o-povo-come-veneno.html

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Todos os dias o povo come veneno

Reproduzo artigo de João Pedro Stedile, integrante da coordenação nacional do MST, publicado no sítio da Adital:

O Brasil se transformou desde 2007, no maior consumidor mundial de venenos agrícolas. E na ultima safra as empresas produtoras venderam nada menos do que um bilhão de litros de venenos agrícolas. Isso representa uma media anual de 6 litros por pessoa ou 150 litros por hectare cultivado. Uma vergonha. Um indicador incomparável com a situação de nenhum outro país ou agricultura.

Há um oligopólio de produção por parte de algumas empresas transnacionais que controlam toda a produção e estimulam seu uso, como a Bayer, a Basf, Syngenta, Monsanto, Du Pont, Shell química etc.

O Brasil possui a terceira maior frota mundial de aviões de pulverização agrícola. Somente esse ano foram treinados 716 novos pilotos. E a pulverização aérea é a mais contaminadora e comprometedora para toda a população.

Há diversos produtos sendo usados no Brasil que já estão proibidos nos países de suas matrizes. A ANVISA conseguiu proibir o uso de um determinado veneno agrícola. Mas as empresas ganharam uma liminar no "neutral poder judiciário" brasileiro, que autorizou a retirada durante o prazo de três anos... e quem será o responsável pelas conseqüências do uso durante esses três anos? Na minha opinião é esse Juiz irresponsável que autorizou na verdade as empresas desovarem seus estoques.

Os fazendeiros do agronegócio usam e abusam dos venenos, como única forma que tem de manter sua matriz na base do monocultivo e sem usar mão-de-obra. Um dos venenos mais usados é o secante, que é aplicado no final da safra para matar as próprias plantas e assim eles podem colher com as maquinas num mesmo período. Pois bem esse veneno secante vai para atmosfera e depois retorna com a chuva, democraticamente atingindo toda população inclusive das cidades vizinhas.

O Dr. Vanderley Pignati da Universidade Federal do Mato Grosso tem várias pesquisas comprovando o aumento de aborto e outras conseqüências na população que vive no ambiente dominado pelos venenos da soja.

Diversos pesquisadores do Instituto Nacional do Câncer e da Universidade federal do Ceara já comprovaram o aumento do câncer, na população brasileira, conseqüência do aumento do uso de agrotóxicos.

A ANVISA - responsável pela vigilância sanitária de nosso país -, detectou e destruiu mais de 500 mil litros de venenos adulterados, somente esse ano, produzido por grandes empresas transnacionais. Ou seja, alem de aumentar o uso do veneno, eles falsificavam a fórmula autorizada, para deixar o veneno mais potente, e assim o agricultor se iludir ainda mais.

O Dr. Nascimento Sakano, consultor de saúde, da insuspeita revista Caras, escreveu em sua coluna que ocorrem anualmente ao redor de 20 mil casos de câncer de estomago no Brasil, a maioria conseqüente dos alimentos contaminados, e destes 12 mil vão a óbito.

Tudo isso vem acontecendo todos os dias. E ninguém diz nada. Talvez pelo conluio que existe das grandes empresas com o monopólio dos meios de comunicação. Ao contrário, a propaganda sistemática das empresas fabricantes que tem lucros astronômicos é de que, é impossível produzir sem venenos. Uma grande mentira.

A humanidade se reproduziu ao longo de 10 milhões de anos sem usar venenos. Estamos usando veneno, apenas depois da segunda guerra mundial para cá, como uma adequação das fabricas de bombas químicas agora, para matar os vegetais e animais. Assim, o poder da Monsanto começou fabricando o Napalm e o agente laranja, usado largamente no Vietnam. E agora suas fabricas produzem o glifosato, que mata ervas, pequenos animais, contamina as águas e vai parar no seu estômago.

Esperamos que na próxima legislatura, com parlamentares mais progressistas e com novo governo, nos estados e a nível federal, consigamos pressão social suficiente, para proibir certos venenos, proibir o uso de aviação agrícola, proibir qualquer propaganda de veneno e responsabilizar as empresas por todas as conseqüências no meio ambiente e na saúde da população.



domingo, 7 de janeiro de 2018

 

...POIS É!!!

Marco Maia




ciomara

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

 

O GRANDE MISTÉRIO DO EGITO ESTÁ SOB A TERRA!


segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

 

Assista a "OS EXPERIMENTOS EM HUMANOS MAIS CRUÉIS DA HISTÓRIA" no YouTube



https://youtu.be/Hrj1UtGy2kM


sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

 

MEU NETINHO, MEU GATINHO E MINHA CACHORRINHA


quarta-feira, 22 de novembro de 2017

 

PARA O FIM DO FORO PRIVILEGIADO



https://secure.avaaz.org/campaign/po/brasil_foro_privilegiado_loc/?cRsLKab 

terça-feira, 21 de novembro de 2017

 

George Carlin - American Dream (Legendado)


segunda-feira, 20 de novembro de 2017

 

Gato bonito!!!


 

�� A hipocrisia dos ambientalistas - George Carlin


 

�� George Carlin


 

George Carlin - Religião (legendado pt_br)


segunda-feira, 30 de outubro de 2017

 

PODE???

Imagem incorporada


ciomara

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

 

MONSANTO ASSASSINA.

É assim que vamos parar o novo super veneno da Monsanto




ciomara

 

NOVO VENENO DA MONSANTO. ASSINE, BARRE O ASSASSINO!

https://secure.avaaz.org/campaign/po/monsanto_dicamba_loc/?cRsLKab

https://secure.avaaz.org/campaign/po/monsanto_dicamba_loc/?cRsLKab


quinta-feira, 21 de setembro de 2017

 

AINDA VIVA!!!

Boa noite!
Há muito não falo de mim!
...pois é...
Pra falar a verdade, somente agora três anos e dois meses depois que saí do hotel é que estou, QUASE, conseguindo me encontrar, ter chão.
vou tentar, mas não agora, contar como foi e está sendo minha "vida" depois da armadilha que a shell me colocou. 
ainda estou meio perdida e sem vocabulário quase nenhum!
O confinamento de 11 anos no hotel, quase sem conversar e conviver com quase ninguém , acabou comigo.
eu não queria saber de ninguém e antes de aceitar tomar um antidepressivo (citalopram) eu só chorava, dia e noite.
Em breve volto para tentar escrever como estou agindo e reagindo.
ainda não estou 100%.

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